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Sexta-feira, 03/2/2012 - 12h00
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Célia Rocha manda beijos à família Teófilo e confirma pré-candidatura
COM AVAL DE DOIS SENADORES, DEPUTADA FEDERAL PROMETE ATÉ APOIO A ALIADOS EM OUTRAS CIDADES

Maikel Marques
maikelmarques@uol.com.br

A deputada federal Célia Rocha (PTB) ratificou amizade com Rogério Teófilo (PSDB) - que esperava  apoio dela para disputar a Prefeitura - mas lhe avisou que política não é projeto passado, mas sim a "convergência de forças em torno de único nome".

O recado ao político com quem Célia faz política desde 1984 - fizeram estreia na política como sercretários municipais - foi enviado aos quatro cantos na manhã desta sexta, durante entrevista coletiva concedida nas dependências de hotel pertencente a aliado seu.

Sob gentis aplausos das lideranças que lhe arrumaram votos no Agreste e no Sertão, ela externou "incômodo" com a ausência, na primeira fileira da plateia, do secretário municipal Ricardo Teófilo, irmão e Rogério e que tinha sua preferência para ser o candidato de seu grupo político.

Ricardo Teófilo não quis causar embaraço?

"É preparado e passou por cargos importantes na Prefeitura", argumentou. "Não está aqui porque não quis causar nenhum embaraço (político) neste momento importante", emendou a líder que, oito anos depois, quer ocupar a cadeira do atual prefeito.

Noutro momento, Célia disse que seu grupo político até entendeu que "Rogério se sentia contemplado" com uma eventual indicação do irmão dele para ser anunciado, nesta sexta-feira, pré-candidato à Prefeitura do município que mais cresce no interior das Alagoas.

Não é o que parece ter acontecido, razão pela qual Célia enviou "beijos" ao Ricardo e esposa (ela é médica), e estendeu o tradicional afago aos demais integrantes da família Teófilo, liderada pelo educador Moacir Teófilo. "Eu lamento, mas política tem dessas coisas".

O recado apimentado do prefeito Luciano Barbosa

Quando ainda insistia na ideia de que o nome de Ricardo Teófilo seria consenso entre suas pretensões e as do alcaide, Célia deu ligeira pausa no pronunciamento para ouvir Luciano Barbosa (PMDB) sapecar o seguinte: "Célia Rocha é uma pessoa agregadora".

Analistas da política local - e estadual - analisam a frase como um recado ao atual vice-prefeito Rogério Teófilo. Este, por sua vez, esperava apoio dos amigos Luciano e Célia para pavimentar seu caminho ao Centro Administrativo Antônio Rocha (Antônio é o pai de Célia Rocha!).

Até ontem à noite, apurou o Blog que Rogério, atual secretário estadual de Articulação Política, mantinha sua pré-candidatura à Prefeitura de Arapiraca com o apoio do governador Teotonio Vilela e dos integrantes do PSDB, agremiação em que está abrigado depois de sair do PPS.

Posicionamento de Rogério Teófilo e interesses "coletivos"

Aguarda-se pronunciamento do Rogério Teófilo. Se não o fizer com rapidez, corre o risco de assistir à debandada das lideranças - que dizem lhe dar apoio - para os braços do grupo que está com acesso ao cofre que alimenta boa parte da máquina chamada Arapiraca.

Na tentativa de ampliar os dissabores e as discórdias entre os que comumgam da cartilha política governista em Arapiraca, o prefeito Luciano Barbosa (eleito em 2000 depois de ser secretário de Saúde) disparou: "Acima do compromisso político, está o interesse de Arapiraca".

O pronunciamento seguido de entrevista foi transmitido pelas emissoras de rádio de Arapiraca (não sei se todas estavam lá) e retransmitido por duas emissoras AM e FM da capital através das quais os senadores Renan Calheiros e Fernando Collor podem ter se conectado ao discurso.

Campanha também em prol de aliados em outras cidades

De acordo com a deputada, os dois parlamentares tiveram papel decisivo em sua decisão de, mais uma vez, demonstrar intenção de disputar a eleição local. Ela acredita que eles dois vão dar apoio aos prefeitos - e candidatos a prefeito - que lhe arranjaram votos na eleição de 2010.

Sentado à direita da parlamentar estava o ex-vereador Mário Silva, pré-candidato em Santana do Ipanema. Diante dela e do prefeito, lideranças de diversos municípios. "Se houver necessidade de minha presença, marcarei presença em suas cidades", prometeu.

Célia quer disputar a Prefeitura e ainda arranjar tempo para aparecer nos palanques de diversos candidatos interior afora. "Célia vai continuar presente na cidades onde obteve votos", avisou à plateia a política que pode ficar mais oito anos no poder municipal.

E segue o baile político arapiraquense!

No mesmo ritmo de sempre!

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Que ELA era candidata eu ja sabia !! Vamos aguardar o ALVES CORREA pra vê se ele ainda vai levar a frente a sua candidatura, como ele mesmo noticiou na emissora de rádio.
FABIANO ALVES MELO
BATALHA
Servidor Publico
 
É, Maikel como dis você segue o bali politico mais não dos Arapiraquenses mais da capintania hereditaria de Celia há matriarca e Luciano o patriarca do clã politico dessa cidade que no século 21 ainda tem ares provincianos da politica do século 18....
Marcos Chagas
Arapiraca
Estudante
 
 
Quinta-feira, 02/2/2012 - 12h20
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484 salários para pagar atrações artísticas de festa de padroeira
PREFEITURA DE UNIÃO DOS PALMARES INVESTIU (?) R$ 300 MIL PARA HOMENAGEAR SANTA MARIA MADALENA

Maikel Marques
maikelmarques@uol.com.br

Os leitores deste Blog bem sabem sua opinião acerca do investimento de grana pública para o custeio de festas, sejam elas necessárias ou não à coletividade de cidades miúdas ou medianas.

Folheava o Diário Oficial do Estado, hoje cedo, quando me deparei com informação muito comum quando o assunto é investir (?) dinheiro do contribuinte para a promoção de festões.

Refiro-me à confirmação da "inexegibilidade de licitação" para que a Prefeitura de União dos Palmares destinasse R$ 300 mil reais à empresa L. Carvalho da Silva Produções/Apoio 4 Eventos.

A polpuda grana - o equivalente a 484 salários mínimos - custeou as atrações artísticas que executaram sonoridades variadíssimas durante a tradicional festa da Padroeira Santa Maria Madalena.

O dispêdio tem, de acordo do documento da Prefeitura, amparo legal, mas sejamos francos: é ou não grana demais que se evapora em poucos minutos, deixando nenhum legado à cidade?

Polêmicas e interpretações à parte, atração artística não é nada barata. Com a palavra o chefe do executivo e os legisladores que na Câmara estão com missão de fiscalizar os investimentos do Executivo.

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Leia também:

Por que Célia quer ser prefeita pela terceira vez?

 
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Sofro, mas sofro mesmo, ando, me estresso, o mês inteiro para passar de 1 (um) salário mínimo. Enquanto isso... Prefeituras investem 484(QUATROCENTOS E OITENTA E QUATRO) em festividades. \O/
Márcia Ferreira
Limoeiro de Anadia - AL
Executiva Tupperware
 
 
Quarta-feira, 01/2/2012 - 19h50
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Carne saborosa que pode ter vindo de algum abatedouro clandestino
VELHAS NOVIDADES JORNALÍSTICAS NOSSAS DE CADA DIA: CONSIDERAÇÕES SOBRE O ABATE ILEGAL DE ANIMAIS

Maikel Marques
maikelmarques@uol.com.br

Boa noite, meus amigos!

No primeiro dia de labuta depois das férias de 30 dias, percebi que as novidades continuam sendo velhas. É que fui ao Ministério Púiblico do Trabalho (MPT), no bairro de Mangabeiras, apurar informações sobre a interdição de matadouros públicos no interior do estado.

Como já é de conhecido público, os fiscais da lei proibiram o abate de bovinos, caprinos e suínos em Porto Calvo e Matriz do Camaragibe, na região norte. Motivo:absoluta falta de condições de higiene e segurança para os "profissionais" que dali tiram o sustento de suas famílias.

O abate clandestino de animais não é novidade cá nas Alagoas. Quando dava meus primeiros passos profissionais, a partir da surcusal Arapiraca, reportar este tipo de informação - e seus desdobramentos - era muito comum. Era? Ou melhor: continua sendo muito comum.

Mais de uma década depois de minha estreia como jornalista profissional, percebo que a turma eleita pelo povão - salvo raras exceções - não consegue viabilizar recursos para construção de abatedouros segundo os padrões aceitáveis de higiene e segurança laboral.

Vez em quanto a gente se depara com as novas velhas notícias sobre a sujeira, imundície e até podridões em abatedouros públicos. É quando a gente olha para o prato de comida e pensa: como terá sido o abate do animal cujos pedaços vou mastigar, engolir, digerir e eliminar?

Quando leio sobre o abate irregular de animais, tenho a certeza de que nossa economia funciona com resquícios dos tempos medievais, sem qualquer preocupação com normas mínimas de higiene. É, pois, o caso destes famigerados abatedouros de fundo de quintal.

A propósito, caros leitores, a suculenta carne que você consumiu hoje tem procedência conhecida ou duvidosa?

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Quarta-feira, 01/2/2012 - 13h37
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Por que Célia Rocha quer ser prefeita pela terceira vez?
ESPERA-SE ENTREVISTA COLETIVA DA DEPUTADA FEDERAL PARA EXPLICAR OS PORQUÊS DE SUA POSSÍVEL DECISÃO

Maikel Marques
maikelmarques@uol.com.br

A virtual candidatura da deputada federal Célia Rocha (PTB) tem gerado inúmeros comentários de alagoanos nas mídias sociais.

A parlamentar bem que poderia conceder uma entrevista coletiva para explicar ao povão arapiraquense - e alagoano - as razões...

... pelas quais ela cogita renunciar ao mandato de deputada federal, caso seja eleita prefeita de sua cidade mais uma vez.

O Blog vai, de hoje em diante, tentar entender os porquês de o grupo político que gerencia Arapiraca não querer apostar num...

... novo nome para chefiar o município. O leitor que quiser opinar sobre o assunto pode fazê-lo postando seu comentário.

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Oi Maikel, passo pra avisar: Celia concede entrevista nesta sexta, as 8:30h, no Hotel Nascente.
Monica Nunes
Arapiraca
Jornalista
 
É porque ela vai volta igual a Luiza quando volto do Cánada, ela vai volta para a capitania hereditária que ela mesma crio...
marcos chagas
arapiraca
estudante
 
 
Segunda-feira, 30/1/2012 - 21h45
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Dois velozes e furiosos brigam pelo mesmo espaço na Via Expressa
BLOG TEM PRESENCIADO MUITA GENTE SEM QUALQUER CAPACIDADE DE GUIAR AUTOMÓVEIS NAS RUAS DE MACEIÓ

Maikel Marques
maikelmarques@uol.com.br

O trânsito está, literalmente, uma loucura nas principais avenidas de Maceió. Justifico a afirmação com o que testemunhei agora há pouco.

Conduzia meu possante rumo à região do Shopping Pátio Maceió, hoje à noite, quando fui surpreendido pela ultrapassagem de...

... de um motociclista. Em seguida, passou 'voando' pelo retrovisor de meu possante o condutor de um veículo de passeio emplacado em BH.

Nada de anormal. Manobras em alta velocidade são muito comuns nas ruas e avenidas da paradisíaca capital alagoana. Infelizmente.

Segundos depois, o carro de passeio fica ao lado da moto e seu condutor ordena que o motociclista estacione para tomar satisfações suas.

Ou seja: dois velozes e furiosos condutores que queriam ocupar o mesmo espaço por muito pouco não saíram no tapa, na porrada.

Questionei-me, então, acerca da ferocidade e absoluta ausência de paciência que povoam a mente de quem conduz automóveis...

...cá em Maceió. São muitos e são cotidianos os exemplos de gente sem qualquer capacidade de guiar automóvel nas ruas de ...

... nossas cidades. Só mesmo a polícia (rodoviária estadual ou federal) para colocar ordem neste tipo de situação.

Antes que o pior aconteça e seja descrito em reportagem de jornal, rádio, tevê ou agência digital de notícias.

Ah! Os dois brigões entraram num acordo e seguiram viagem, mas em altíssima velocidade pela agitada rodovia federal.

Tenham calma, senhores condutores!

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Em ritmo de ferias!

 

 
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Domingo, 29/1/2012 - 23h07
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O pequeno vendedor de peixes não poderia estar apenas brincando?
QUANTA CRIANÇA TRABALHANDO NAS AREIAS DA PARADISÍACA PRAIA DE LAGOA DO PAU, EM CORURIPE!!!
Imagem / Maikel Marques
Vendedor de peixe posa para digital do Blog em praia de Coruripe, litoral sul

Maikel Marques
maikelmarques@uol.com.br

Lagoa do Pau (Coruripe) - Quando tinha a idade do garoto registrado na imagem acima, não precisei trabalhar para  ajudar no sustento do lar lá em Santana do Ipanema, sertão das Alagoas.

Felizmente, caros leitores! Nada tenho contra o trabalho desde cedo, principalmente em situações onde os "aprendizes" têm supervisão dos pais, mas uma pergunta básica continua em meu pensamento.

Por que o pequeno vendedor de peixe frito não poderia estar brincando com os coleguinhas da mesma idade? Honestamente, incomodei-me com a presença de dezenas de trabalhadores mirins...

... nas areias da paradisíaca praia de Lagoa do Pau, município de Coruripe, Litoral Sul das Alagoas. Prefiro acreditar que, depois da labuta, todos vão à sala de aula apreender os conhecimentos de que...

... tanto precisam para progredir na vida.

Em ritmo de férias! Até amanhã!

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Sábado, 28/1/2012 - 13h31
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Por que os homens não amavam as mulheres num vilarejo lá da Suécia?
BLOG RECOMENDA AOS LEITORES O FILME: 'MILLENIUM - OS HOMENS QUE NÃO AMAVAM AS MULHERES". É MUITO BOM!

Maikel Marques
maikelmarques@uol.com.br

Recomendo aos leitores que assistam ao filme Milleninum, os homens que não amavam as mulheres.

Assisti à película, ontem à tarde, num dos cinemas aqui de Maceió. A trama prendeu minha atenção do princípio ao fim.

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Em ritmo de férias! Ainda!

 

 
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A versão original do filme e o livro são muito melhores Maikel. Recomendo! Aliás, recomendo a trilogia, que é muito boa!
Jamylle Bezerra
www.jamyllebezerra.blogspot.com.br
Maceió/AL
Jornalista
 
Só assistirei depois de ler o livro!
Marques
Maceió
Estudante
 
 
Terça-feira, 24/1/2012 - 22h40
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Fato histórico une Gravatá (PE) ao bairro mais populoso de Maceió
BLOG VISITA MEMORIAL E DESCOBRE QUE ALI TOMBOU CLETO CAMPELO, NOME DE AVENIDA NO JACINTINHO
Imagem / Maikel Marques
Recorte de jornal contendo imagem do cadáver de Cleto Campelo

Maikel Marques
maikelmarques@uol.com.br

Gravatá (PE) - A visita ao Memorial de Gravatá, que conta a história do município, me reservaria uma surpresa: diante do prédio tomou o homem cujo nome batiza a principal avenida do Jacintinho, Cleto Campelo.

Observava as relíquias do passado municipal quando o guia de turismo me puxou pelo braço e me conduziu à sala dedicada à memória do desertor do Exército que promoveu motim e queria se unir à Coluna Prestes.

Explicou-me o guia que, em fevereiro de 1926, Cleto tomou de assalto um trem em Recife e obrigou o maquinista a seguir viagem até o lugarejo hoje conhecido como Arcoverde, onde não conseguiu chegar.

"De cidade em cidade, ele e os comparsas libertavam presos. O objetivo era encontrar Luís Carlos Prestes. A viagem terminou aqui em Gravatá, quando ele foi abatido", contou-me.

Se não fosse abatido ou preso, Cleto dificilmente conseguiria levar a locomotiva adiante. Motivo: os trilhos da linha férrea tinham sido arrancados pelos aliados do Governo local na próxima cidade, Bezerros.

Pela ousadia de lutar contra as injustiças praticadas pelo governo brasileiro daquela época, Cleto batizou não só a rua onde foi executado como também logradouros públicos em todo o país.

Eis a razão pela qual batizaram de Avenida Cleto Campelo a principal via do bairro do Jacintinho, aqui em Maceió, nas Alagoas. Confesso-lhes que desconhecia a origem do tal revolucionário.

Satisfeito com as explicações do guia turístico, registrei a placa diante do prédio que diz ali ter tombado, em 18 de fevereiro de 1926, o ex-tenente do Exército Brasileiro, e dei continuidade ao passeio.

Fui ao ponto mais alto da cidade. Lá, também se destaca uma imagem do Cristo. Está fincada sobre um rochedo que, dizem por lá, está dividido graças aos raios originados nos céus de Pernambuco.

Passei pela fissura feita na rocha. Sensação interessante, mas estranha. Fui à velha estação ferroviária que concentra um pouco de tudo o que os artesãos locais produzem e disponibilizam ao público.

Outro ponto interessante que merece uma visita é o "velho" Mercado Público. Foi revitalizado recentemente. É bem aconchegante. As praças bem cuidadas e as igrejas também são atrações interessantes.

Abasteci o estômago num restaurante bem legal, o Italianíssimo. É de propriedade de uma empresária que rodou o mundo e proporciona à clientela cardápio internacional e variadíssimo. Recomendo!

O passeio de um dia terminou numa rua (Duarte Coelho, se não estou enganado). É lá que estão a maioria das lojas do "Polo Moveleiro". Preços acessíveis para peças de excelente qualidade.

Enfim, curti Gravatá! É um lugar acolhedor e interessante. Depois, regressei ao conforto do Hotel Fazenda Céu Aberto, distante pouco mais de três quilômetros do centro do município. 

Em ritmo de férias!

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Leia também: 

Hotel Fazenda Céu Aberto é opção de hospedagem em Gravatá

 
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Sou suspeita pra falar, mas Gravatá é mesmo uma cidade linda, cheia de riquezas culturais e de história. Muito bom ler um pouco dessa história aqui no blog. :)
Jamylle Bezerra
www.jamyllebezerra.blogspot.com.br
Maceió/AL
Jornalista
 
e muito lindo gravata passei por ai tem uma semana, parabens pelos registro.
jenivaldo primo
amomaceioal@hotmail.com
Maceio Alagoas, Brasil
Radialista
 
 
Segunda-feira, 23/1/2012 - 11h00
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Hotel Fazenda Céu Aberto é opção de hospedagem em Gravatá (PE)
BLOG CONFERIU ACOMODAÇÕES DE ESTABELECIMENTO SITUADO NA REGIÃO DO MELHOR CLIMA DE PERNANBUCO
Imagem / Carla Loureiro (Cortesia)
Blogueiro esfria a cabeça espiando a paisagem do Hotel Fazenda Céu Aberto

Maikel Marques
maikelmarques@uol.com.br

Gravatá (PE) - No século XIX, Gravatá era ponto de parada para comerciantes que se deslocavam ao interior do Pernambuco. Atualmente, destaca-se pela concentração de hotéis e pousadas, e pelas fábricas de móveis rústicos.

Depois de curir Caruaru, pus o possante na duplicada BR 232 (que beleza de rodovia!) rumo ao conforto do Hotel Fazenda Céu Aberto, empreendimento que tem atraído turistas de todo o Nordeste.

Inaugurado há uma década, o negócio tem acomodações confortáveis e muito úteis aos que desejam fugir da correria do dia a dia. Era o meu caso. Buscava distância aproximação com o canto dos pássaros.

O Hotel Fazenda Céu Aberto tem 30 apartamentos. Instalei-me, em companhia de minha digníssima, num dos que estão situados na parte mais alta da propriedade. Preciava curtir o "barulho" da natureza.

Aliás, tinham me dito que "natureza e qualidade de vida no melhor clima de Pernambuco" era um dos grandes atrativos da hospedagem. De fato. Em pleno verão, recorri ao meu surrado e viajado casaco.

Depois do indispensável chochilo, saudações aos visitantes de Recife, João Pessoa e Ceará (havia outros que não sei de onde eram!), fomos dar um passeio pela propriedade. Aí, tivemos duas agradáveis surpresas.

A primeira delas: encarar um casal de avestruzes. Segunda surpresa: espiar a movimentação das lhamas, mamíferos domesticados pelo povo inca (Peru) e característicos de países com clima muito frio.

As lhamas se adaptaram muito bem ao clima de Gravatá. Reproduziram por lá. Patos, pássaros, galinhas e pôneis também são atrativos para a garotada que lá se hospeda em companhia dos seus pais.

Estar diante de um casal de araras por mais de 20 minutos foi outra experiência agradabilíssima durante a estada naquele hotel fazenda, distante apenas três quilômetros da zona urbana do município.

Os passeios pelos diversos recandos do Hotel Fazenda Céu Aberto abriam o apetite, razão pela qual recorremo ao Passarêdo Café, nome que os proprietários deram ao restaurante de cardápio variadíssimo.

Na primeira noite, um farto café regional, preparado com agilidade e servido com muita presteza pelos garçons daquela casa. Na segunda, degustamos prato de nome complicado e de origem francesa. Hum!

Pois bem, caros leitores. São as surpresas que um hotel fazenda reserva aos hóspedes até então acostumados às instalações de ambientes zonas urbanas, como tinha sido nosso caso até então. 

Quem por lá se hospedar também pode desfrutar de fondue de chocolate, queijo e até mesmo de camarão acompanhado de vinhos variados. Ah! O hotel também tem quadra poliesportiva e salão de jogos.

No próximo post, o Blog passeia pela aconchegante Gravatá!

Em ritmo de férias!

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Interessou-se pela hospedagem na zona rural de Gravatá (PE)?

Hotel Fazenda Céu Aberto - Visite site do hotel aqui
Estrada Velha de Chã Grande, Gravatá (PE), KM 03
ceuaberto@hotmail.com (e-mail para informações sobre tarifas)

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Dica do Blog: Gravatá dista 50 km de Caruaru. A viagem até lá é feita em rodovia duplicada. Ou seja: o condutor percorre o trajeto em menos de 30 minutos até localizar placa de acesso ao Hotel Fazenda Céu Aberto.

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Leia também:

Alto do Moura exporta artesanato para Maceió

Museu do Forró reverencia Sanfoneiro do Povo de Deus

Abaixo, imagens do Hotel Fazenda Céu Aberto! 

 
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Domingo, 22/1/2012 - 09h20
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Alto do Moura exporta artesanato para Maceió e resto do Nordeste
BLOG VISITOU, EM CARUARU, COMUNIDADE CONSIDERADA O MAIOR CENTRO DE ARTES FIGURATIVAS DAS AMÉRICAS
Imagem / Carla Loureiro (Cortesia)
Blogueiro posa para retratista diante do portal de acesso ao Alto do Moura

Maikel Marques
maikelmarques@uol.com.br

Caruaru (PE) - O maior centro de artes figurativas das Américas está pertinho de Maceió. Chama-se Alto do Moura. É de lá que vêm muitas das peças comercializadas na Feirinha do Artesanado da Pajuçara, em Maceió.

Isso mesmo! Peças padronizadas são produzidas por centenas de artesãos e enviadas diariamente às capitais nordestinas contendo inscrições alusivas ao local visitado pelo turista comprador da arte caruaruense.

O Alto do Moura, situado a pouco mais de 7 quilômetros do Centro de Caruaru, ganhou notoriedade graças ao talento dos escultores Vitalino e Galdino, que levaram a arte local aos quatro cantos do Brasil e ao exterior.

No Museu do Forró, encantei-me com as histórias contadas na ala dedicada aos dois criadores. O guia turístico me afirmou que "Vitalino era considerado o Pelé das esculturas em barro".

Fui, então ao Alto do Moura, visitar a residêcia onde idealizava e criava suas peças, que retratavam - e ainda retratam - o cotidiano do homem sertanejo. Lá, encontrei seu herdeiro, Severino Vitalino.

"Teu pai era o pelé das artes figurativas?", questionei. "Era o Garricha porque Garrincha jogava mais do que Pelé. Digo isso porque o vi bailar pelos gramados brasileiros", respondeu-me.

Aos 71 anos - e às vésperas da comemoração alusiva aos 49 anos da morte de seu pai - Severino Pereira dos Santos (nome de batismo) contou ao Blog um pouco da sua história e da do seu criador.

"A principal peça fabricada por meu pai se chama O caçador de gato maracajá. É muita conhecida", explicou ao Blog o artesão que se iniciou na arte de moldar o barro quando tinha apenas sete anos.

"Via papai trabalhando e comecei a imitá-lo", acrescentou, enquanto trabalhava na montagem de peça retratando a pega de boi. "É encomenda de cliente. Não trabalho com atravessadores", avisou.

Simpaticíssimo, Severino ostenta com muito orgulho imagens da presidente Dilma Roussef em visita ao museu montado na casa onde viveu seu pai e onde estão expostas algumas de suas ferramentas de trabalho.

Da Casa do Mestre Vitalino, desloquei-me ladeira abaixo rumo ao museu que expõe algumas da peças de outro mestre, Galdino. Fui muito bem recebido pelo seu filho e herdeiro artístico, Joel Galdino.

Água, barro e surrealismo no Nordeste

"Papai seguia um estilo variado, surreal até. Além de retratar cenários locais, criava peças baseadas em temas mitológicos, históricos, religiosos", contou. Uma delas é a imagem de São Francisco travestido de cangaceiro.

Galdino - explicou-se seu filho - já tinha reconhecimento regional quando viajou ao Sudeste e ouviu de um crítico de arte a provocação de que não criava nada original, diferente do que expunha na ocasião.

Agoniado com a crítica do "especialista", abriu um caixote dentro do qual havia barro extraído de riacho em Caruaru. Pediu água e começou a moldar a peça que lhe garantiria notoriedade: o Mané Pãozeiro.

Ao contrário de Severino, Joel cria peças e também as repassa aos atravessadores de todo o Nordeste. Muitas das "criações" são reproduções idênticas daquelas imaginadas e criadas pelo mestre Galdino.

"Também crio minhas próprias peças", avisou o artista que também aprendeu o ofício observando o trabalho do pai, numa época em que o Alto do Mora não passava de caminho para Campina Grande (PB).

Manutenção da história com amplo apoio oficial

Os dois museus foram projetados com amplo e irrestrito apoio da Prefeitura de Caruaru e Governo de Pernambuco, que dão apoio logístico e monetário aos mantenedores.

E não poderia ser diferente. No rastro do legado dos amigos Vitalino e Galdino, o Alto do Mouro segue atraindo milhares de visitantes e milhares de reais que aquecem os rendimentos de quem vive apenas de arte.

Em ritmo de férias!

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Leia também: Museu do Forró reverencia Sanfoneiro de Deus

Confira algumas imanges dos artesãos no Alto do Moura

 

 
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OLA MAIKEL !! ISSO TAMBEM ACONTECE COM ARTESANATO DE ALAGOAS (PONTAL), QUE SAEM DAKI E SAO VENDIDOS EM PERNAMBUCO E PARAIBA (ESTADOS Q TIVE O PRAZER DE CONHECER)COMO SE FOSSEM DE PRODUÇAO ARTESANAL LOCAL.
FABIANO ALVES MELO
fabiano.alves.melo@hotmail.com
BATALHA
Escravo do ESTADO DE ALAGOAS
 
 
 
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Maikel Marques
É jornalista formado (MTB/AL 652) pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Exerceu a Chefia de Reportagem da Gazeta de Alagoas (Sucursal Arapiraca), entre 2000 e 2008. Esteve Editor Executivo de Cidades, em Maceió, entre 2008 e 2010. Atualmente, é repórter de Cidades e autor da coluna Integração, veiculada na mesma Gazeta. Apaixonado por fotografia e por comunicação digital, mantém o blog atualizado desde 2006. É vencedor do Prêmio Banco do Brasil/Petrobras de Jornalismo (2005). Esteve assessor de imprensa da Corregedoria Geral do Judiciário alagoano no biênio 2009/2010. Atualmente, está assessor de imprensa da Presidência do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL).
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