92,8% dos eleitores deste Blog nunca foram entrevistados por pesquisador de institutos de pesquisa que capta a intenção de voto de determinada comunidade, seja na cidade ou na roça. Apenas 7,2% dos que participaram da enquete já responderam aos questionamentos de um entrevistador.
O resultado apresentado por este blog talvez não reflita a realidade estadual, mas contribui para que reflitamos acerca do festival de pesquisas que colocam candidato A acima do B e muito distante do C. Os números, duvidosos, também contribuem para o embolar de nosso pensamento.
Falo do tal embolar porque tenho ouvido com frequência, aqui na capital, a seguinte afirmação: o povo [seja culto ou inculto, na minha opinião!] se guia pela pesquisa e vota sempre [ou quase sempre] em quem figura na dianteira da corrida eleitoral porque não gosta de "perder o voto".
Hoje cedo, na Rádio Jovem PAN AM, radialista dizer que não acredita muito em pesquisa porque o universo de pessoas entrevistadas é reduzidíssimo, caso o comparemos com o tamanho da população. Ele também não tinha se deparado, ainda, com pesquisador querendo saber sua intenção de voto.
Tenho acompanhado os números divulgados. Vou continuar acreditando que a melhor alternativa continua sendo a escolha de candidato cujas propostas sejam viáveis, possíveis de concretude. Ah! Um complemento: eu nunca fui entrevistado por pesquisador algum em tempo eleitoral.
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